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sexta-feira, 4 de abril, 2025
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Circuito Universidades leva cultura regional aos acadêmicos de Mato Grosso do Sul

Com o objetivo de aproximar os acadêmicos de Mato Grosso do Sul da cultura regional, o Circuito Universidades levará grandes shows aos teatros e anfiteatros da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A iniciativa faz parte do Campão Cultural 2025 e busca ampliar o acesso às manifestações artísticas locais, promovendo a valorização da cultura urbana, periférica e de rua.

A programação na UEMS tem início nesta quinta-feira (3), às 20h, no Teatro de Arena, com o show “Mata Grossa”, de Alzira E + CORTE. No dia seguinte, 4 de abril (sexta-feira), às 9h30, Marcos Assunção apresenta “Jazz e Viola”, também no Teatro de Arena.

Na UFMS, os espetáculos também começam hoje, às 19h, com Maria Alice interpretando Paulo Simões no Anfiteatro Luiz Felipe. No dia 4 de abril, às 19h, Dani Black sobe ao palco do Teatro Glauce Rocha para encerrar a programação com sua apresentação.

Zito Ferrari, diretor de Difusão Cultural da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), destacou a importância da iniciativa para a conexão entre os acadêmicos e as manifestações artísticas locais. “Queremos oferecer ao público universitário um panorama do que está acontecendo na capital sul-mato-grossense, pois nem sempre os alunos têm condições de se deslocar até os eventos. Um dos propósitos do Campão Cultural é levar a arte até onde o povo está, como já fazemos com o Circuito Comunidades. As universidades não poderiam ficar de fora, por isso todas as linguagens artísticas estarão presentes nesses espaços.”

O Circuito Universidades promete ser uma experiência enriquecedora para os acadêmicos, proporcionando momentos de imersão na cultura regional e contribuindo para a formação de um público mais consciente e conectado com a produção artística do Estado.

Alzira E + CORTE
Show Mata Grossa

Circuito Universidades leva cultura regional aos acadêmicos de Mato Grosso do Sul

Alzira E, Marcelo Dworecki, Cuca Ferreira, Daniel Verano e Fernando Thomaz (Alzira E + Corte) se reúnem mais uma vez em estúdio para produzir o álbum Mata Grossa. Neste que é o segundo disco do grupo, Alzira destila uma poesia reflexiva sobre a vida, o tempo e a natureza, enquanto o som do CORTE provoca gritos de urgência para a expansão da consciência.

O disco foi considerado um dos 50 melhores do ano de 2023 pela APCA, e o show, um dos melhores de 2023 pelo Scream & Yell. O show apresentará canções do álbum lançado em 2023, além de músicas do primeiro disco da banda, lançado em 2017, e de outros parceiros históricos de Alzira E, todas arranjadas com a sonoridade impactante do CORTE. Entre elas estão: Já Sei (Alzira E / Itamar Assumpção), Mata Rara (Alzira E / Iara Rennó), Palavra de Honra (Alzira E / Tiganá Santana), Beabá (Alzira E / Peri Pane) e Sobra Falta (Alzira E / Alice Ruiz).

Haverá ainda um vídeo-cenário com projeções de Marina Thomé, diretora do filme biográfico de Alzira E, Aquilo Que Nunca Perdi, e diretora de arte de Mata Grossa.

Marcos Assunção
Jazz e Viola

Circuito Universidades leva cultura regional aos acadêmicos de Mato Grosso do Sul

O projeto Jazz e Viola tem os pés na cultura brasileira, os olhos no mundo e uma música com o coração no jazz contemporâneo, tendo como engrenagem o improviso. Ele enaltece a alma da cultura regional sul-mato-grossense por meio da viola caipira, fortalecendo suas raízes e contribuindo para sua preservação, respeito e comunicação com as futuras gerações.

Marcos Assunção apresentará um repertório que abrange os quatro álbuns lançados ao longo de sua trajetória, além de composições inéditas. O show inclui clássicos do jazz, como Take Five, de Dave Brubeck, tocado na viola, e o mais autêntico toque brasileiro no choro, samba e baião, com muitos improvisos e uma performance autêntica.

Entre as obras selecionadas para este concerto instrumental estão músicas do álbum Viola e Batuque, que marcou uma nova fase na carreira do músico ao formar um duo com Marco Lobo, um dos maiores percussionistas brasileiros, que já acompanhou renomados artistas como Milton Nascimento, Lenine e Ivan Lins.

Maria Alice
Canta Paulo Simões

Circuito Universidades leva cultura regional aos acadêmicos de Mato Grosso do Sul

Lançado pela editora 3 Sons, este é o terceiro álbum solo da cantora carioca-cearense Maria Alice, radicada em Campo Grande (MS) desde os anos 1980. Para definir as 12 faixas do repertório do disco e do show que será apresentado na capital, Maria Alice fez uma seleção a partir de uma lista inicial de 50 canções de Paulo Simões. Entre os critérios de escolha, estavam as músicas que já admirava e as composições menos gravadas. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais.

Tanto o disco quanto o show tem produção da Marruá Arte e Cultura, da produtora cultural Andréa Freire, responsável por todos os trabalhos artísticos da cantora desde 1997.

A canção mais antiga do show é Velhos Amigos, composta por Simões no final dos anos 1970. A música é uma parceria com Almir Sater e Renato Teixeira e foi gravada no álbum AR, de 2015. Já D de Destino foi indicada ao prêmio de Melhor Canção em Língua Portuguesa no 17º Grammy Latino, em 2016.

Dani Black
Uma Cidade Chamada Eu Mesmo

Circuito Universidades leva cultura regional aos acadêmicos de Mato Grosso do Sul

Dani Black é cantor, guitarrista, violonista e compositor. Com quatro discos lançados, já recebeu indicações ao Grammy Latino e ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias de Melhor Disco Pop do Ano e Melhor Música em Português.

Ele se destaca entre os nomes da nova geração da música brasileira e é um dos artistas mais gravados de sua época. Suas composições já foram interpretadas por Ney Matogrosso, Gal Costa, Milton Nascimento, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Maria Gadú, Tiago Iorc, O Teatro Mágico, entre outros.

Agora, o artista sobe aos palcos para apresentar o show de seu mais recente álbum, Uma Cidade Chamada Eu Mesmo. Produzido pelo grupo Los Brasileiros, o novo trabalho marca um momento especial na carreira do cantor, trazendo um repertório inédito. O show proporciona uma experiência imersiva e emocionante, reunindo não apenas as faixas inéditas do novo álbum, mas também algumas das músicas que marcaram sua trajetória.

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